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sexta-feira, 14 de maio de 2021

Coisas Com Vida

 Em uma galáxia não muito distante, nasce um novo projeto para pensar nas coisas e em seus efeitos. Aceite o convite, um chamado para olhar o mundo material a nossa volta!

Acesse: Projeto Coisas Com Vida!



sexta-feira, 4 de maio de 2018

Cinema e Antropologia (de 7 a 30 de Maio 2018)

Entre os dias 7 e 30 de maio, o CINUSP Paulo Emílio apresenta a mostra Cinema e Antropologia, explorando algumas das teorias e práticas do cinema antropológico desenvolvidas durante o último século. A curadoria realizada pelo CINUSP em parceria com Richard Peña, professor emérito da Columbia University, busca estimular a produção e transmissão de conhecimento antropológico, estabelecendo um diálogo e uma reflexão a respeito da relação entre cultura e indivíduo, entre reencenações, rituais, viagens e olhares.

Programação:

07/05 | segunda
16h00  COME BACK, AFRICA
19h00  BARAKA

08/05 | terça
16h00  LEVIATÃ
19h00  PRISIONEIRO DA GRADE DE FERRO

09/05 | quarta
16h00  PEOPLE’S PARK
19h00  NANOOK, O ESQUIMÓ + PALESTRA

10/05 | quinta
16h00  MANAKAMANA
19h00  PÁSSAROS MORTOS + OS MESTRES LOUCOS + PALESTRA

11/05 | sexta
16h00  FLORESTA DE ÊXTASE
19h00  HOSPITAL + PALESTRA

14/05 | segunda
16h00  CANIBA
19h00  EL NIÑO FIDENCIO + THE AX FIGHT + PALESTRA

15/05 | terça
16h00  CRÔNICA DE UM VERÃO
19h00  TWO LAWS + PALESTRA

16/05 | quarta
16h00  PRISIONEIRO DA GRADE DE FERRO
19h00  SWEETGRASS + PALESTRA

17/05 | quinta
16h00  BARAKA
19h00  LEVIATÃ + PALESTRA



18/05 | sexta
16h00  BABILÔNIA 2000
19h00  PEOPLE’S PARK + PALESTRA

21/05 | segunda
16h00  ARAYA
19h00  MANAKAMANA

22/05 | terça
16h00  HOSPITAL
19h00  CANIBA + PALESTRA

23/05 | quarta
16h00  SANTO FORTE
19h00  FLORESTA DE ÊXTASE

24/05 | quinta
16h00  EL NIÑO FIDENCIO + THE AX FIGHT
19h00  CRÔNICA DE UM VERÃO

25/05 | sexta
16h00 SWEETGRASS
19h00 COME BACK, AFRICA

28/05 | segunda
16h00  PÁSSAROS MORTOS + OS MESTRES LOUCOS
19h00  SANTO FORTE

29/05 | terça
16h00  NANOOK, O ESQUIMÓ
19h00  BARAKA

30/05 | quarta
16h00  ARAYA
19h00  BABILÔNIA 2000
entrada franca

CINUSP
/cidade universitária
r do anfiteatro 181  favo 04
11 3091 3540

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

EIAV 2014 - Encontro Internacional de Antropologia Visual

Esse ano tem a primeira edição do EIAV, Encontro Internacional de Antropologia Visual. O Encontro acontecerá na Universidade de São Paulo de 03 a 08 de Novembro de 2014, veja a programação completa no site do evento e inscreva-se!



quinta-feira, 28 de março de 2013

LÁ DO LESTE - Uma etnografia Audiovisual Compartilhada


Livro, filme, artigo, fotografia, debate e participação heterogênea compõem essa etnografia original e de múltiplos desdobramentos. Aconteceu ontem o lançamento do livro "LÁ DO LESTE - Uma etnografia Audiovisual Compartilhada" fruto de um projeto etnográfico ousado e que torna possível o diálogo entre poder público, ONGs, comunidades e universidade.
Vale a pena conferir os conteúdos do projeto que as autoras Carolina Caffé e Rose Satiko compartilham através de um site interativo e autêntico, onde é possível assistir aos filmes, ler o livro, acompanhar os debates e acessar as produções extras!


Boas navegações!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Bolsas de Doutorado e Pós-Doutorado e o Museu Quai Branly

Quando estive em Paris, no ano passado, cheguei a contar aqui no blog sobre minha visita no Musée Quai Branly, fiquei impressionada com a estrutura do museu e com sua forte ligação aos temas antropológicos, especialmente nestes últimos anos, onde diferentes trabalhos abordam, cada vez mais, a "arte primitiva". 
Um deles, por exemplo, é da pesquisadora Ilana Seltzer Goldstein. A tese "Do ´tempo dos sonhos´ à galeria: arte aborígine australiana como espaço de diálogos e tensões interculturais" será defendida no início de março. Para saber detalhes da defesa, clique aqui, e aqui para acessar o resumo da tese.  


Como estou morando em Paris durante este ano, poderei aproveitar mais detalhadamente o Museu Branly (inclui aqui no blog - na barra à direita - um link direto para a página do museu). E aproveito para divulgar uma bolsa interessantíssima de doutorado e pós-doutorado oferecida pelo Quai Branly.


Bonne Chance!


APPEL D’OFFRE
ANNEE UNIVERSITAIRE 2012 – 2013
 
Bourses d’études du musée du quai Branly

 
 
Le musée du quai Branly propose chaque année des bourses doctorales et postdoctorales destinées à aider des doctorants et de jeunes docteurs à mener à bien des projets de recherche originaux et innovants. 
 
Les disciplines concernées sont : l’anthropologie, l’ethnomusicologie, l’histoire de l’art, l’histoire, l’archéologie (à partir du néolithique), la sociologie, les arts du spectacle.
 
Les domaines de recherche privilégiés sont : les arts occidentaux et extra-occidentaux, les patrimoines matériels et immatériels, les institutions muséales et leurs collections, les rituels religieux, la technologie et la culture matérielle.
 
Les projets particulièrement susceptibles de tirer parti de l’environnement du musée du quai Branly seront examinés avec la plus grande attention.


Les candidats sélectionnés devront fournir au département de la recherche et de l’enseignement du musée du quai Branly un rapport d’activité détaillé de leurs recherches au terme de la bourse.

Les bourses doctorales
Trois bourses doctorales sont destinées à soutenir des doctorants en fin de thèse inscrits au moins en troisième année pour l’année universitaire 2011-2012 (dans une université française ou étrangère). Ces bourses sont une aide à la rédaction et excluent les recherches de terrain et d’archive.

Ces bourses doctorales sont attribuées pour une durée de 12 mois non reconductible, du 1er octobre au 30 septembre. Elles étaient en 2011 d’un montant mensuel de 1300 euros net. Elles sont allouées après évaluation et sélection des dossiers par le Comité d’évaluation scientifique du musée du quai Branly. Aucune condition de nationalité n’est exigée. La liste des candidats sélectionnés sera affichée sur le site web du musée du quai Branly et diffusée le 1er juillet.

Les bourses postdoctorales
Le musée du quai Branly propose cinq bourses postdoctorales à de jeunes docteurs désirant travailler sur un projet de recherche accueilli au musée. L'une d'entre elles est financée par Madame Nahed Ojjeh, grand bienfaiteur de la Société des Amis du musée du quai Branly.

Ces bourses postdoctorales sont attribuées pour une durée de 12 mois non reconductible du 1er octobre au 30 septembre, et étaient en 2011 d’un montant mensuel de 1700 euros net (sous forme d’un CDD). Elles sont allouées après évaluation et sélection des dossiers par le Comité d’évaluation scientifique du musée du quai Branly. Aucune condition de nationalité n’est exigée. Le candidat peut solliciter cette bourse jusqu’à cinq ans après la soutenance de sa thèse. Il ne pourra prendre ses fonctions au musée que sur présentation de son attestation de doctorat, ou le cas échéant, de son pré-rapport de soutenance.
 


MODALITÉS D’ENREGISTREMENT DES CANDIDATURES


Les demandes de bourses doctorales ou postdoctorales doivent être établies suivant un formulaire à télécharger, durant la période de l’appel d’offre, sur le site Internet du département de la recherche et de l’enseignement http://www.quaibranly.fr/fr/enseignement/bourses.html. 
 
Pour être enregistré, le dossier de candidature complet doit obligatoirement faire l’objet d’un double envoi[1] avant le 2 mai 2012 à minuit :
 

- par voie électronique, à l’adresse suivante bourses@quaibranly.fr : il est demandé aux candidats de procéder au regroupement des différents documents du dossier de candidature en un seul fichier au format word ou pdf, ne dépassant pas 5Mo, et portant le nom et prénom du candidat.

- par courrier postal (avec mention ‘Candidature Bourse doctorale/postdoctorale’ portée sur l’enveloppe), avec le formulaire de candidature daté et signé, à l’adresse suivante :

musée du quai Branly
Département de la recherche et de l’enseignement
222, rue de l’Université
75343 Paris Cedex 07

La liste de l’ensemble des candidats admis à concourir sera affichée sur le site web du musée le 7 mai au soir. La liste des candidatures sélectionnées et retenues sera affichée sur le site web du musée du quai Branly et diffusée à compter du 1erjuillet.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Como o Jeans Conquistou o mundo: a cultura material em azul

Reportagem da BBC sobre a recente pesquisa do antropólogo Daniel Miller sobre o fenômeno mundial do uso do jeans. Essa pesquisa pretende ser uma etnografia global, já que é um projeto desenvolvido por diversos pesquisadores em diferentes cidades do mundo. O primeiro livro, fruto da pesquisa,  BLUE JEANS, já foi publicado com as primeiras reflexões.

CLIQUE AQUI para ver a reportagem completa,
Boa leitura!



It's difficult to find a garment as widely embraced, worn and loved the world over as jeans. The classic symbol of the American West is now a staple in wardrobes around the world. But why?
Cowboys may wear them but so do supermodels, farmers, presidents and housewives.
Ask any group of people why they wear jeans and you will get a range of answers. For some they're comfortable, durable and easy - for others they're sexy and cool. Jeans mean different things to different people. Does this explain their wide appeal?
It is a subject that is relatively unstudied, says anthropologist Danny Miller, whose book Blue Jeans will be published next month.
In every country he has visited - from the Philippines to Turkey, India and Brazil - Miller has stopped and counted the first 100 people to walk by, and in each he found that almost half the population wore jeans on any given day.
Jeans are everywhere, he says, with the exception of rural tracts of China and South Asia.
The reason for their success has as much to do with their cultural meaning as their physical construction.
They were first designed as workwear for labourers on the farms and mines of America's Western states in the late 19th Century.
When a Nevada tailor called Jacob Davis was asked to make a pair of sturdy trousers for a local woodcutter, he struck upon the idea of reinforcing them with rivets. They proved extremely durable and were soon in high demand.
Davis realised the potential of his product but couldn't afford to patent it. He wrote to his fabric supplier, the San Francisco merchant, Levi Strauss, for help.
"The secratt of them Pents is the Rivits that I put in those Pockots," he said. "I cannot make them up fast enough…My nabors are getting yealouse of these success."
Levi's, as the patented trousers became known, were made in two fabrics, cotton duck (similar to canvas) and denim.
"They found really early on that it was the denim version that would sell," says Paul Trynka, author of Denim: From Cowboys to Catwalks. Denim was more comfortable, softening with age, and its indigo dye gave it a unique character.
Indigo doesn't penetrate the cotton yarn like other dyes but sits on the outside of each thread. These molecules chip off over time, causing the fabric to fade and wear in a unique way.
"Why did it sell?" asks Trynka. "Because the denim changed as it aged and the way it wore reflected people's lives."
Because of its fading quality, denim was sold raw - unwashed and untreated - and by the beginning of the 20th Century workers began to realise they could shrink the trousers to a more comfortable fit.
Not only were they more durable but each pair of jeans began to tell the story of the worker and his work.


domingo, 18 de dezembro de 2011

Retrato do antropólogo enquanto avatar: pesquisa etnográfica, construção do avatar e inserção em campo no Second Life

Diferentes pesquisas antropológicas na (e sobre) a contemporaneidade continuam a me surpreender e interessar. Conheci o recente trabalho de Débora Krischke Leitão sobre o second life e fiquei impressionada com a discussão ampla feita pela pesquisadora, capaz de abarcar etnograficamente um universo interessantíssimo na web como o second life, e, a partir dele, realizar reflexões sobre gênero, sexualidade, representação, identidade e o papel do antropólogo em incursões de campo cada vez mais inusitadas.
Vale muitíssimo a pena conferir o vídeo onde Débora (ou seria melhor chamá-la Ruth Latour?) fala sobre sua pesquisa, além do blog e outros links interessantes!




http://primanthropology.blogspot.com/


http://www.flickr.com/photos/ruthlatour/


Bom Vídeo!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O antropomorfismo antropomórfico de Terry Border



Terry Border é um artista, ou como ele próprio se define "Not an artist, but an arteest", que decidiu fazer uma exposição que apresenta os mais diversos objetos (ou coisas) em situações cotidianas. A divertida experiência do projeto "Bent objetcts - The secret life of everyday thing" mostra cenas cômicas e divertidas dessa suposta "vida secreta" onde as coisas, em situações antropomorfizadas, dialogam e interagem entre si.

Vale a pena conferir o caráter estético, divertido e criativo desse artista, que também lançou um livro de imagens contendo essas "cenas" cotidianas. Abaixo o vídeo de divulgação do projeto e o site onde é possível conferir diversas dessas "cenas secretas": http://bentobjects.blogspot.com/


domingo, 27 de fevereiro de 2011

Antropologia em Cartoon




A escrita, sem dúvida alguma, é a forma privilegiada (e estabelecida) para apresentação de relatos e da experiência etnográfica, entretanto, em especial no campo da antropologia visual, outras experimentações - como a filme etnográfico e a fotografia - têm se mostrado muito interessantes. Para além de sua característica meramente ilustrativa, as imagens são formas de estabelecer uma expressão de outra ordem e geram um conhecimento etnográfico diferente da experiência leitura/escrita.
Mas o que acontece quando a etnografia é mostrada através de imagens, especificamente, de imagens desenhadas em forma de "cartoon"? Essa foi a experimentação de um grupo de estudantes da Universidade de Oslo, na Noruega.
A pesquisa, realizada no campus da Universidade, foi publicada em um livro, com poucas palavras e muitos desenhos (realizados pelos próprios pesquisadores). O livro narra a etnografia dos espaços públicos, informação, acessibilidade e tecnologia no cotidiano dos alunos dessa universidade.

Vale a pena conhecer o projeto, corre lá: http://anthrocomics.wordpress.com/
E mais ainda fazer o download do livro (muito interessante e divertido): clique aqui para baixar.

Boa leitura... ou melhor, boa experiência!