terça-feira, 23 de maio de 2017

XII RAM 2017

O próximo encontro da RAM - Reunião de Antropologia do Mercosul, acontecerá em Posadas, Argentina, de 04 a 07 de Dezembro de 2017.

Site do Evento: XII RAM 2017

Divulgando o GT: 

CONFLICTOS EPISTEMOLÓGICOS Y ONTOLÓGICOS EN TORNO A LA TECNOCIENCIA Y LA DESIGUALDAD SOCIAL

Coordinan:
Dra. Magda dos Santos Ribeiro, Departamento de Antropologia, Universidade de São Paulo, Brasil
Mag. Santiago Alzugaray, Unidad Académica de la Comisión Sectorial de Investigación Científica, Universidad de la República, Uruguay.
Dr. Juan Martin Dabezies, Centro Universitario Regional del Este, Universidad de la República, Uruguay

Resumen
La tecnociencia ha sido y es uno de los tantos factores productores y reproductores de desigualdad social. El vínculo entre conocimiento científico e innovación productiva, con el consiguiente direccionamiento de agendas de investigación y desarrollo tecnológico hacia la satisfacción de “necesidades” de mercado, tiene como contraparte la generación de espacios de ignorancia políticamente construidos. Tanto las líneas de avance de la construcción de conocimiento científico y del desarrollo tecnológico, como lo que éstas omiten o dejan de lado, generan conflictos de distinto tipo. Conflictos epistemológicos en el encuentro del conocimiento científico con otros tipos de conocimiento, o en contraste entre el conocimiento local y la ignorancia políticamente construida; conflictos ontológicos en el encuentro de conocimientos sobre una misma materia, pero que responden a concepciones de mundo distintas; conflictos que se producen en torno a situaciones de desigualdad social relacionada de una forma u otra con la tecnociencia. El objetivo de este grupo de trabajo es generar un espacio de intercambio en el que esas coincidencias puedan emerger; la convocatoria es a colegas que puedan compartir experiencias de investigación en torno a conflictos vinculados con tecnociencia y desigualdad social.

Fechas importantes:
Envío de resúmenes: 10 de julio 2017
Envío de ponencias: 16 de octubre 2017

Divulguem, inscrevam-se!



domingo, 6 de novembro de 2016

VI ReACT Reunião de Antropologia da Ciência e da Tecnologia

A IV ReACT acontecerá entre os dias 16 e 19 de Maio de 2017, em São Paulo.

¨Acorçoar-se, reagir. Pós-disciplinar praticante, a VI ReACT quer seguir valendo-se da (in)vocação da dúvida, abrir-se para aquém e além da antropologia que tão mal descansa em sua originalmente obsoleta unidade de análise. Mas outras pertinências, participações, pertencimentos. Outros possíveis, outros nós. Por uma antropologia não antropocêntrica. Entre-reagiremos¨

Envie sua proposta de trabalho até 15 de Dezembro: IV ReACT 2017

Conheça os Seminários Temáticos: IV ReACT ST Aprovados

Saiba mais sobre o Encontro: IV ReACT São Paulo

Participe!

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

II Seminário de experimentações etnográficas da UFSCar

Está próximo o II seminário de experimentações etnográficas da UFSCar. 
Evento organizado pelo LE-E - Laboratório de Experimentações Etnográficas.

Participe e se inscreva através do e-mail: lee@ufscar.br
Conheça o LE-E: https://leeufscar.wordpress.com


sábado, 1 de outubro de 2016

A ontologia depois da antropologia

De que maneira a chamada virada ontológica na antropologia pode redefinir o que a ontologia moderna e ocidental é na prática e, ainda, oferecer o início de novo pluralismo ontológico? Essa pergunta orienta muitos dos textos que compõe essa nova publicação: 
Comparative Metaphysics: Ontology After Anthropology
Edited by Pierre Charbonnier, Gildas Salmon, and Peter Skafish

A obra apresenta questões instigantes e atuais acerca do conhecimento antropológico por meio de uma variedade de perspectivas. Eduardo Viveiros de Castro, Marilyn Strathern, Philippe Descola, Bruno Latour, entre outros, exploram de que maneira a antropologia de inspiração filosófica faz conjecturas capazes de abrir novos horizontes para o pensamento crítico. 


Part I: Comparison, symmetry, pluralism 
1. Varieties of Ontological Pluralism, Philippe Descola / 
2. On Ontological Delegation: The Birth of Neoclassical Anthropology, Gildas Salmon / 3. Connections, Friends and their Relations: An Issue in Knowledge-making, Marilyn Strathern / 
4. We Have Never Been Pluralist: On Lateral and Frontal Comparisons in the Ontological Turn, Matei Candea / 
Part II: Conceptual Alteration: Theory and Method 
5. Anthropological Meditations, or, The Discourse on Comparative Method, Patrice Maniglier / 
6. The Contingency of Concepts: Transcendental Deduction and Ethnographic Expression in Anthropological Thinking, Martin Holbraad / 
7. Breaking Out of the Modern Circle: On Conceptual Issues of Critical Anthropology, Pierre Charbonnier / 
Part III: Life and Agency Outside Nature 
8. Thinking with Thinking Forests, Eduardo Kohn / 
9. Nature from the Greeks: Empirical Philology and the Ontological Turn in Historical Anthropology, Arnaud Mace / 
10. Moving to Remain the Same: Towards an Anthropological Theory of Nomadism, Morten Axel Pedersen / 
Part IV: Cosmopolitics and Alterity 
11. Metaphysics as Mythophysics. Or, Why I Have Always Been An Anthropologist, Eduardo Viveiros de Castro / 
12. Metamorphosis of Consciousness: Concept, System, and Anthropology in the Thought of American Channels, Peter Skafish / 
13. Ordering What Is: The Political Implications of Ontological Knowledge, Baptiste Gille / 14. A Dialog About a New Meaning of Symmetric Anthropology, Bruno Latour / Notes on Contributors / Bibliography / Index

Boa leitura!

sábado, 23 de julho de 2016

Economia e Cultura

Está disponível para leitura a nova edição da Revista Horizontes Antropológicos (ano 22, n45, 2016) - Economia e Cultura.


O conjunto de artigos desta coletânea é bastante diversificado e não se concentra em apenas um eixo de reflexão acerca das complexas relações entre Cultura e Economia, aliás, o mais apropriado, me parece, seria usar economia no plural, já que não se trata de analisar uma visão hegemônica das práticas econômicas, mas o desvelar de Economias possíveis e muito distintas, como no artigo de Elizabeth Pissolato sobre criatividade na economia Mbya (Guarani). Destaque também para o artigo de Gustavo Onto, quem propõe uma interessante discussão sobre a noção de mercado e sua concepção performativa como arranjo sociotécnico.

Os artigos, grosso modo, se voltam para uma concepção que aproxima economia do mundo material e, portanto, das práticas de consumo, não promovendo a reflexão radical acerca dos modos como os imperativos econômicos conformam noções centrais tais como a de indivíduo e propriedade. 

Para acessar a Revista, clique aqui

Boa leitura!